quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Chamada

Esta é a folha que a nossa líder, a Pati Eggers, organizou no último ano e distribuiu uma cópia para cada, lembram?! Tadinha tá amarelada e rasgando...por quê será??!! Não dá prá ver muita coisa mas as gurias pediram que colocasse no blog. Foi graças à ela que não nos perdemos de vista!


terça-feira, 24 de julho de 2007

11 anos depois... reencontro em 21/12/1997

"Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri, o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas é que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou deste encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.


A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes." É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas para tudo quanto era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.

Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprenderr inglês, usar camisinha, dizer nãos às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e e administrar dezenas de paixões fulminates e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse! Felicidade, onde está você?Aqui na casa dos 30 e sua vizinhança.

Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano, no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.

Depois que cumprimos as missões impostas no berço - ter uma profissão, casar e procriar - passamos a ser livres, a escrever a nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho pelos nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta."

35 anos para ser feliz (Martha Medeiros) em outubro de 1998

segunda-feira, 25 de junho de 2007

A Viagem no Trem - autor desconhecido



"Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão a viagem conosco até o fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós. Embarcam nossos irmãos, amigos e amores.







Muitas pessoas tomam esse trem a passeio.

Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, pessoas passando de vagão a vagão, prontas para ajudar a quem precisa.

Muitos descem e deixam saudades eternas.

Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.




Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas claro que isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.








Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta. Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.





O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos. E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos viajando nele sozinhos será muito triste. Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram. E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.











Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem
as pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade... Quem entrará? Quem sairá?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história. De algo que duas ou mais pessoas construiram e que, por um motivo íntimo, deixaram desmoronar. Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor " de todos os passageiros"






AGRADEÇO MUITO POR VOCÊS FAZEREM PARTE DA MINHA VIAGEM, E POR MAIS QUE NOSSOS ASSENTOS NÃO ESTEJAM LADO A LADO, COM CERTEZA O VAGÃO É O MESMO."

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Alguém ainda tem as camisetas assinadas?

Estas camisetas foram guardadas, TODO ESTE TEMPO, com muito carinho pela Patricia Kértezs.





sábado, 5 de maio de 2007

Segunda viagem à Foz do Iguaçu. Quem foi?

Lembram do professor Walter de Educação Física?
O que será que eu estou falando que a Rê está achando tão engraçado???
























































































Alguém sabe o paradeiro do Elói?